The State of Women in Leadership: 2021 Update

Many people think that gender inequality is a thing of the past, but that is far from true. We can still see cultures and societies in which women are still a minority in management positions. Despite women accounting for 51.8% of the world’s population, Deloitte global study reveals that women hold only 16.9% of leadership positions worldwide and earn an average of 20% less than men. 

In the United States, women account for 50.8% of the total population, yet only 38% of women hold managerial positions. In Brazil, women are half of the country’s population, but again only about 38%  in management positions, while the corresponding percentage in Greece  is 27%  and in South Korea still lower,  at 19.8%. 

According to a study  by the United Nations Development Program (UNDP), 90% of the world’s population is prejudiced against women.  Among the 75 countries and territories investigated, about half of the population considers men to be better political leaders than women, and more than 40% think men are better company directors. However, data from the International Labour Organization show that women have the qualifications and work experience to assume high-level responsibilities. 

According to studies conducted by McKinsey, the presence of women managers has a major impact on the health of organizations: global vision, innovation and development of human resources optimized by greater empathy, more flexibility and a more participatory view of the decision-making process. The results of the research show that women’s increased participation in the labor market and in management positions has the potential to inject up to $12 trillion into global GDP by 2025. In Brazil, the increase would be about  US$410 billion. 

Research published by Fortune Magazine shows that companies with a high proportion of female executives among the world’s top 500 companies performed well across industries. With so many positive results, female leadership has been gaining improved perception in companies. A survey conducted by McKinsey in 2019  found that women’s representation increased in the executive ranks from 17% to 21% in five years. 

While this is a step in the right direction, parity requires a lot more work.  Organizations should take steps to ensure that workers are treated equally, identify and resolve prejudices that hinder women’s careers, and reward talented people with promotion opportunities. Governments should demonstrate best practices in governance and diversity, increase wage transparency, and adopt the principle of equal pay for equal work. Women, in turn, need to seek new experiences to gain different perspectives and prove that they have the skills that companies need.  

It is imperative to combat entrenched gender stereotypes that shape women’s roles in society and affect imbalance in paid work. 

Give us your opinion, what do you think can be done to strengthen the female leadership representation? 

Qual o futuro da liderança feminina 

Muitas pessoas pensam que a desigualdade de gênero é coisa do passado, mas está longe de ser verdade. Ainda podemos ver uma cultura e uma sociedade em que as mulheres ainda são minoria em cargos de gestão. Apesar de as mulheres representarem 51,8% da população mundial, estudo global da Deloitte revela que as mulheres ocupam apenas 16,9% dos cargos de liderança em todo o mundo e ganham em média 20% menos do que os homens.  

Nos Estados Unidos, as mulheres representam 50,8% da população total apenas  38% as mulheres ocupam cargos gerenciais. No Brasil as mulheres representam metade da população do país 50% apenas apenas 37,8% nos cargos gerenciais, enquanto a percentagem correspondente na Grécia é 27% e na Coreia do Sul ainda inferior, apenas 19,8 %. 

Segundo o estudo da ONU feito pelo Pnud (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento), indica que 90% da população mundial têm preconceito contra mulher.  Entre os 75 países e territórios consultados, cerca de metade da população considera que os homens são melhores líderes políticos do que as mulheres, e mais de 40% acham que os homens são melhores diretores de empresas. Porém, dados da Organização Internacional do Trabalho mostram que as mulheres têm qualificação e experiência de trabalho para assumir responsabilidades de alto nível. 

De acordo com estudos realizados pela McKinsey, a presença de mulheres gestoras têm um grande impacto na saúde das organizações: visão global, inovação e desenvolvimento de recursos humanos otimizados por maior empatia, mais flexibilidade e uma visão mais participativa do processo de tomada de decisão. Os resultados dos cálculos mostram que a maior participação da mulher no mercado de trabalho e em cargos diretivos tem o potencial de injetar até US$ 12 trilhões no PIB global até 2025. No Brasil, o incremento seria de cerca de US$ 410 bilhões

Algumas pesquisas publicadas pela revista Fortune nos Estados Unidos mostram que empresas com uma alta proporção de mulheres executivas entre as 500 maiores empresas do mundo tiveram um bom desempenho em vários setores. Com tantos resultados positivos, a liderança feminina vem ganhando valor nas empresas, uma pesquisa realizada pela McKinsey em 2019  descobriu que a representação das mulheres aumentou de 17% para 21% em cinco anos. 

Embora isso seja um passo na direção certa, a paridade exige muito trabalho. As organizações devem tomar medidas para garantir que as trabalhadoras sejam tratadas igualmente, identificar e resolver preconceitos que atrapalham a carreira das mulheres, recompensando pessoas talentosas e promover oportunidades. Os governos devem demonstrar as melhores práticas em diversidade de governança, aumentar a transparência salarial e adotar o princípio de pagamento igual para trabalho igual. As mulheres, por sua vez, precisam buscar novas experiências para ganhar perspectivas diferentes, provar que possuem as habilidades de que as empresas precisam.  

É imperativo combater os estereótipos de gênero enraizados, que moldam os papéis das mulheres na sociedade e afetam o desequilíbrio no trabalho remunerado.  

Nos dê a sua opinião, o que você acha que poderia ser feito para fortalecer a presença feminina no empreendedorismo? 

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